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CASAMENTO +QV: PRECISO MESMO SER SUBMISSA?

 
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Hoje, eu quero abordar sobre este tema que sempre causa discórdia e polêmica, mas destacando uma situação muito comum.
 
Será que a mulher deve ser submissa ao marido mesmo quando ele não vai à igreja?
 
A resposta é “sim”! Talvez, ao ler isso, você tenha ficado escandalizada. Mas a Bíblia é muito clara:
 
Efésios 5.22 a 24: “As mulheres sejam submissas ao seu próprio marido, como ao Senhor; porque o marido é o cabeça da mulher, como também Cristo é o cabeça da igreja, sendo este mesmo o salvador do corpo. Como, porém, a igreja está sujeita a Cristo, assim também as mulheres sejam em tudo submissas ao seu marido.”
 
Não está escrito: “As mulheres sejam submissas ao seu próprio marido, desde que ele seja cristão.”.
 
Deus sabe qual é a tampa ideal para cada panela! Se você é uma panela de pressão... precisa de uma tampa forte e resistente. Ele conhece o seu temperamento e, por isso, Te colocou ao lado do seu marido!
 
É claro que nenhuma mulher deve se submeter a atos de violência e traição. Em caso de dureza de coração e adultério, a Bíblia da carta branca para o divórcio.
 
Não estou falando desses casos extremos!
 
Andar em submissão não é andar subjugada, é andar debaixo da direção e proteção do seu marido, sabendo que o Senhor sempre honrará aqueles que permanecem fiéis aos Seus princípios.
 
Ser submissa é deixar de pensar em si para pensar no que é melhor para o casal, para a harmonia do lar. E todos saem ganhando com isso, inclusive você!
 
Na Bíblia, existem diversos exemplos de submissão. Mas, hoje, eu quero destacar a história de Abigail.
 
Abigail era uma mulher maravilhosa, uma mulher que sabia honrar suas alianças, mas estava casada com um homem louco chamado Nabal.
 
Ela foi uma mulher tão sábia e tão sensata, que o Senhor a livrou daquele relacionamento. Depois que Nabal morreu, Davi se casou com ela. Sabe por quê? Porque ele reconheceu todas as qualidades de Abigail.
 
Abigail sempre honrou seus princípios, independente das escolhas do marido. Por isso, Deus a abençoou.
 
Gálatas 6.7: “Não se deixem enganar: de Deus não se zomba. Pois o que o homem semear, isso também colherá.”
 
Estar em submissão é estar debaixo de uma missão. Quando um soldado está debaixo de uma missão, ele está ali para seguir os direcionamentos do seu general. Quem é o nosso general? Cristo! Qual missão Ele nos deu? Formamos uma família, sermos colunas!
 
No vídeo abaixo, eu abordo este assunto com mais detalhe:
 
Publicação 10/05/2018, Por Bispa Fê
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NOSSA MISSÃO É FORMAR FILHOS PARA DEUS

 
 
Em um depoimento emocionante à Rede Gospel de Televisão, a Bispa Fernanda Hernandes abriu o coração e falou sobre maternidade. Acompanhe, a seguir, alguns trechos da entrevista:
 
Você sempre quis ser mãe?
 
Sempre quis ser mãe! Eu tenho um lado muito protetor. Eu gosto muito de cuidar. Na maternidade, eu me realizei. Foi uma das decisões mais felizes da minha vida. Deus nos escolheu para sermos formadoras daqueles que serão os filhos d’Ele! Sou muito privilegiada por cumprir esta missão. 
 
Você teve filhos muito cedo. Por quê?
 
Eu casei com 19 anos! Na época, eu estava na faculdade! O primeiro filho, o David, eu tive com 20 anos. A Carol, eu tive com 23. Aos 34, eu tive o Noah.
 
Às vezes, algumas pessoas, quando me viam grávida tão jovem, falavam: “Você, tão novinha, grávida!?”. Como se eu tivesse acabado com a minha vida. Mas não é assim!
 
Mesmo sabendo que era mais desafiador, eu decidi ter filhos nova, por causa da relação que eu tinha dentro de casa. Minha mãe também teve filhos nova também! Como a nossa diferença de idade é muito pequena, somos muito amigas! A nossa relação sempre foi muito boa, e eu queria ter isso com meus filhos também!
 
Eu ficava imaginando que, se eu adiasse muito, eu perderia esta fase. Talvez, eu fosse estar em um momento muito diferente do deles e teria uma distância nesta convivência, que hoje é uma delícia!
 
Hoje, o meu filho mais velho me abraça, me beija... A gente tem 20 anos de diferença; não é muito. Nós conversamos, ele me dá conselhos, a gente troca ideias... Eu aprendo muito com ele! É claro que a maternidade, em todas as idades, nos ensina muito, mas, além disso, eu queria ter uma amizade com meus filhos; queria ter um grau maior de aproximação.
 
Hoje, eu entendo que foi a melhor decisão que meu marido e eu tomamos. Logo que casamos, já pensamos em ter filhos.
 
 
Hoje, no Brasil, a realidade é bem diferente. As pessoas têm adiado a maternidade por muitos motivos. A carreira é um deles! Qual é o seu ponto de vista em relação a isso?
 
A nossa sociedade, hoje, valoriza o trabalho. Nós somos criados por mães que trabalham. Então, esse cuidado pela casa já não é tão valorizado!
 
É claro que, quando você começa a ver a vida de uma mãe, você pensa: “Meu Deus! Eu não vou dar conta! Não vou conseguir fazer nada!”. Só que isso é uma grande mentira!
 
Os filhos nos dão mais garra para trabalhar, nos impulsionam, nos dão um motivo a mais para seguir em frente...  Tem coisa melhor do que trabalhar para poder dar o melhor para os nossos filhos? Para poder proporcionar algo a eles? Ou, quem sabe, inseri-los em outros contextos? Então, o trabalho da mãe é fundamental, porque uma mãe realizada é uma mãe mais feliz!
 
A vida profissional nos acompanha por muitos anos. Mas eu entendo que, nos três primeiros anos de maternidade, você acaba desacelerando um pouco. Eu fiz isso, mas não deixei de me dedicar à carreira! Eu não realizava com a intensidade que eu realizei depois, nos outros anos... Mas eu não abri mão dela.
 
Antes de ter filhos, já precisamos ter em mente que nós vamos trabalhar mais, que vamos nos esforçar mais, que vamos dormir menos, que não vamos ter tanto tempo para o lazer! Mas o problema é a gente achar que será assim para sempre, que será sempre este enrosco. Eu sempre digo que é um enrosquinho passageiro. Depois passa, e a gente até sente falta desta fase. A criança não será dependente dos pais pra sempre!
 
Eu também acho que precisa haver um equilíbrio. Porque, às vezes, passa muito tempo... Existem mulheres que escolherm engravidar acima da idade ideal. De acordo com os médicos, até os 34 anos, a gravidez é considerada saudável. Passou disso, você corre mais riscos. Então, por que deixar este sonho entrar em uma estatística de risco se você pode viver isso antes, ainda que tenha que se empenhar um pouco mais? Eu não sei se vale a pena correr riscos, em função de uma carreira, e protelar algo que pode te realizar, e muito! Claro que ninguém precisa ter dez filhos. Hoje, a mulher tem muitas outras funções. Eu, se não precisasse trabalhar, escolheria como profissão ter filhos!
 
Em tudo, temos que ponderar, porque o fato de você ir devagar não quer dizer que você não irá longe! O importante é seguir em frente! Os filhos também dão um equilíbrio para todas as áreas, inclusive para a vida profissional. Quando você não têm filhos, você pode chegar em casa a hora que quiser. Mas, com eles, você precisa estar mais presente em casa; as prioridades mudam. 
 
Como você se define? Você é uma mãe exigente, amiga, protetora...?
 
Olha, eu acho que Deus me deu a missão de ser mãe! À mãe foi dada a missão de, acima de tudo, ensinar os filhos a amarem o Senhor. Mas eu também tenho a missão de educar! Como a própria Bíblia nos mostra, a correção, em um primeiro momento, não é algo muito bom, mas o fruto dela é abençoado.
 
Quando eu preciso optar entre ser amiga e ser mãe, eu sempre opto por ser mãe, porque Deus me chamou para ser mãe e para criar os meus filhos para Ele! A filosofia de criação dos meus filhos são os princípios cristãos. Nós ensinamos todos os princípios bíblicos. Mas eu também vim de uma linha de auto-estimulação do pediatra que me acompanha. Antes de ter o David, eu li tudo a respeito desta teoria, porque ela se encaixa mais no meu perfil
 
 
Como funciona este método?
 
Este método consiste em deixar com que a criança tenha, através de suas conquistas, suas próprias realizações! Então, eu não faço por eles, e os levou a fazer!
 
Por exemplo, o Noah, que é o mais novinho... Se ele quer aprender a pegar o copo, em vez de eu pegar e dar o copo na mão dele, eu explico, o incentivo e mostro como ele deve fazer, até o dia que ele conseguir. Eu vou deixar que ele tenha as conquistas dele, por mais que eu tenha que me limitar em vê-lo errar!
 
Outro exemplo que posso citar é meu filho mais velho. O David, até hoje, quando chega da escola – porque ele tem atividades durante o dia todo –, ele acaba jogado um sapato para um lado e o outro sapato para o outro lado, deixa as meias jogadas... No meu coração de mãe, eu tenho vontade de pegar tudo do chão e organizar... Para mim, não custa nada! Quando a gente ama, nada é pesado! Mas eu estou educando meu filho. Eu sei que ele está cansado... Eu, então, espero o momento certo e falo tranquilamente: “Daivão, vem recolher teu tênis, suas meias... Coloque-as na lavanderia. Porque, você não pode chegar em casa e deixar tudo jogado!”.
 
O meu desejo é que eles reconheçam o valor das coisas e daquilo que nós fazemos por eles. Eu gosto de dar coisas boas para meus filhos, mas não dou nada de mão beijada! Tudo sempre está relacionada ao esforço deles! Eu acho que é importante despertar na criança este senso de conquista!
 
Eu sou exigente com eles, porque sei que o mundo também será exigente. Eu não quero que eles tenham um choque de realidade e sofram lá na frente! Não existe esta história de que tudo é paz e amor e que todo mundo faz o que quer! Se você deixa de entregar algo na escola ou no trabalho, ninguém vai passar a mão na sua cabeça ou realizar por você. As pessoas precisam ser competentes para se manterem empregadas; e a competência passa pela excelência.
 
Existe algo que você faça diferente da sua mãe?
 
Uma coisa que eu faço diferente da minha mãe... Hum, que difícil. Bom eu procuro não chegar atrasada aos eventos de escola. Minha mãe sempre chegava linda, maravilhosa, e eu sempre tinha muito orgulho. Fazia questão de mostrar ela pra todo mundo... Mas era sempre última a chegar! Isso eu faço diferente! Agora, como vovó, ela está 100%! Hoje, ela é a primeira a chegar! Mas eu entendo que os atrasos eram questão de correria mesmo. Ela sempre trabalhou muito...
 
Outra coisa que eu faço diferente é que minha mãe nunca limitou a gente em relação à alimentação. Eu sou mais chata. Meus filhos não tomam refrigerantes; a alimentação delas é mais regrada. Desde sempre, eu fui determinada com isso em relação a eles. Não queria que eles tivessem nenhum problema de peso ou de saúde. Eu incentivo muito as práticas esportivas. O Daivão nada cinco mil metros, a Carol, três mil metros. Eu acho isso o máximo!
 
Também incentivo na parte musical. Olha, minha mãe se esforçou muito para que eu aprendesse a tocar algum instrumento, mas eu acabei não pegando e me arrependo muito por isso. Hoje, eu pego no pé deles, incentivo nos ensaios! Eles gostam, sabem ler partitura...
 
A união familiar é primordial. Como você administra isso com os seus filhos? O David já é adolescente, o Noah é pequeno, a Carol é menina... Como você lida com essas diferenças? E o que você faz para que eles, apesar destas diferenças, sejam grandes amigos?
 
Eu passo para os meus filhos princípios que não são meus! Porque meus princípios podem ser questionados, podem passar por avaliação... O que sai da Bíblia é inquestionável. Desde sempre, eu ensino para eles os princípios das Escrituras Sagradas!
 
Todas as noites, por muitos anos – depois que o Noah nasceu, eu parei com essa prática –, a gente lia um Salmo por noite até eles decorarem. Elas sabem de cor mais de dez Salmos. Eu até fazia gincana com eles.
 
 
Quais Salmos você fez questão que eles decorassem?
 
O Salmo 1, o Salmo 20, o 91, o 103, o Salmo 133... São Salmos que falam sobre relacionamentos, da importância da união...
 
Sempre que eu preciso trazê-los para a realidade mais profunda, eu coloco as estacas dos princípios espirituais, porque eles são eternos; eu não sou eterna! Eu tenho consciência de que um dia o Senhor vai me levar, e que o meus filhos vão ficar! Mas, se eu busco passar conceitos eternos, eles vão ter sempre o que eu quis passar para eles!
 
Em todos os Dias das Mães, eu faço uma renovação de votos com eles! O meu presente de Dia das mães é um voto! Eles precisam fazer comigo um voto de que eles nunca se afastarão dos caminhos do Senhor, de que, em todos os domingos, eles estarão na igreja – porque domingo é o dia do Senhor – e que eles sempre serão unidos! Isso é tudo o que quero para eles!
 
É claro que eles têm diferenças, mas eu faço o máximo para promover interação entre eles! Então, quando eles falam coisas do tipo “Não quero falar com ele!”, eu abro a Bíblia e falo: “Aqui, está escrito que não podemos colocar o Sol sobre a nossa ira! Essa atitude não vem de Deus!”. 
 
Quando eles eram menores, eu usava as plantinhas como exemplo. Eu dizia: “Existe a sementinha do bem e a sementinha do mal! Você está deixando a sementinha do mal nascer. Vamos colocar a sementinha do bem, no lugar?". Na sequência, eu explicava que nós não podemos deixar nascer em nós uma raiz de amargura. Em relação à desobediência, eu também uso exemplos bíblicos. 
 
Os princípios cristãos fazem com que meus filhos permanecem unidos! Eu sempre incentivei a amizade entre eles também. Quando a Carol nasceu, eu vi que eu o David ficou meio enciumado. Sabe o que eu fiz? Eu a coloquei para dormir no quarto dele. Hoje, cada um tem seu próprio quarto. Mas um vive no quarto do outro. São muito unidos, são muito amigos. Os três tem um vínculo muito forte, e eu sei que ele é indestrutível.
 
Confira, no vídeo abaixo, a entrevista completa:
 
Publicação 09/05/2018, Por Assessoria de Imprensa
Família

10 DICAS PARAS AS MAMÃES DE PRIMEIRA VIAGEM

 
 
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Para as mamães de primeira viagem, confira 10 dicas pra você aproveitar a gestação de maneira leve e de bem com a vida!
 
1. Aceite ajuda, para o bem de todos
 
Se você faz questão de assumir todos os cuidados com o bebê, vai precisar de auxílio para organizar o resto, como a casa, por exemplo. Aos poucos, porém, é provável que você perceba que o apoio de pessoas de confiança é melhor para a família. "Isso inclui a participação do pai, que é indispensável. No início, ele pode se sentir um tanto isolado, cabe à mãe tentar envolvê-lo na relação", acredita a pediatra Ana Maria Escobar, do Instituto da Criança, do Hospital das Clínicas de São Paulo. O pai pode se revezar com a mãe na hora do banho e de trocar fraldas, entre outras tarefas. Isso sem falar no apoio psicológico, que faz uma diferença enorme. A pediatra lembra ainda que a vida do casal não pode ficar em segundo plano. "Eles precisam de um tempo livre para sair vez ou outra, nem que seja para tomar um sorvete", aconselha.
 
2. Converse com outras mães
 
"Trocar figurinhas" com outros pais vai fazer com que você se sinta mais segura - principalmente ao descobrir que não é a única mãe do mundo que pensou em colocar um espelhinho no nariz do bebê para ver se ele estava respirando. "Se durante a gestação a barriga era um ponto de referência para puxar assunto com outras grávidas, agora o olhar se vira para carrinhos e afins", diz a enfermeira-obstetriz Márcia Regina da Silva, coordenadora do curso de gestantes do Hospital e Maternidade São Luiz. Não perca a oportunidade de conversar com as mães que cruzarem o seu caminho, seja na rua, seja no playground ou na sala de espera do consultório médico.
 
3. Acredite no instinto materno
 
Conselhos de pessoas experientes ajudam, mas é importante tomar cuidado com os palpiteiros de plantão. "Não há dúvida de que a mãe é a pessoa mais indicada para cuidar do bebê, afinal ela o conhece melhor do que ninguém", afirma Márcia. Segundo a enfermeira, as mães de primeira viagem costumam ficar divididas entre o que dizem as amigas, a própria mãe e o pediatra. "O ideal é seguir o bom senso", recomenda. Na maioria das vezes, como você vai comprovar com o tempo, coração de mãe não se engana.
 
4. Amamentar (se possível) é a regra número um
 
Os benefícios do aleitamento são indiscutíveis, tanto para a mãe quanto para o bebê. Só para citar alguns: imuniza a criança contra infecções, favorece o desenvolvimento dos músculos faciais do bebê, diminui os riscos de sangramento pós-parto e câncer de mama, fortalece o vínculo entre mãe e filho.  "Até o sexto mês de vida, o leite materno é o único alimento de que o bebê necessita", resume o pediatra Glaucio José Granja de Abreu. Mas é preciso ser paciente, pois a amamentação é um aprendizado. "Dificilmente mãe e filho se entendem de imediato. Levam algum tempo para se adaptar. O processo, no entanto, pode ser facilitado com alguns truques e uma dose extra de boa vontade", afirma a enfermeira Márcia, do São Luiz, que também coordena o Grupo de Apoio ao Aleitamento Materno (Gaam) da instituição. Se por algum motivo, entretanto, a mãe não tiver condições de amamentar, não precisa se sentir culpada. O bebê crescerá normalmente.
 
5. Não fique obcecada com o peso
 
É melhor se conformar: dificilmente você perderá em duas semanas os quilos que levou nove meses para adquirir. "As mulheres acham que já vão sair da maternidade magrinhas. Depois do parto, no entanto, a barriga costuma parecer a mesma do quinto mês de gestação", avisa a enfermeira Márcia. De fato, o corpo precisa de alguns meses para retornar à forma antiga. É claro que você pode ajudar, com atividades físicas (assim que o obstetra liberar) e uma dieta equilibrada. Mas nada de exageros: remédios para emagrecer são proibidos para quem está amamentando. A propósito, o aleitamento é um ótimo exercício para perder peso, gasta em média 800 calorias por dia (200 a mais do que uma hora de ginástica aeróbica).
 
6. Durma sempre que puder
 
Nos primeiros meses, o bebê não tem hora exata para mamar, embora costume chorar de fome num intervalo de duas horas e meia a quatro horas. Nesse período, também é o momento de trocar as fraldas. Isso sem falar no banho diário e outros imprevistos, como aquele parente distante que ligou para saber as novidades. Resumindo, a jornada é longa - e contínua. Por isso, um cochilo é bem-vindo a qualquer hora do dia. Uma boa dica é descansar entre as mamadas, enquanto o bebê dorme. E não tenha vergonha de restringir o número de visitas, elas entenderão os argumentos. Lembre-se de que quanto mais relaxada você estiver, melhor para o bebê. "A mãe precisa repousar entre as brechas do sistema", brinca o pediatra Granja de Abreu.
 
7. Pernas pra que te quero
 
Ficar trancada em casa não soa nada animador, não é? Especialmente para quem estava habituada a sair todos os dias para o trabalho. Assim que o pediatra der o aval, o que costuma ocorrer um mês após o nascimento, leve o pimpolho para passear. "Depois do primeiro mês, o bebê deve tomar sol de manhã", aconselha Granja de Abreu. Os raios solares são essenciais para a fixação da vitamina D, responsável pela absorção de cálcio no organismo, e, portanto, fundamental na formação óssea da criança. Além disso, existe coisa melhor do que receber elogios e sorrisos por causa do filho? Deleite-se! Quando os passeios forem mais longos, habitue-se a sair de casa "carregada". A bolsa de passeio do bebê deve conter fraldas descartáveis, lenços umedecidos, pomada contra assaduras, fralda de boca, babador, uma muda de roupa (no mínimo), forro para fraldário e, se for o caso, mamadeiras e chupetas. Tem ainda o carrinho ou o bebê-conforto.
 
8. Deixe a criança brincar
 
Parece fácil, mas não é. Muitas vezes, os pais iniciantes acreditam que o filho é tão frágil quanto porcelana inglesa. Se pudessem, deixariam o bebê numa bolha anti-séptica, longe de insetos e sujeira. Acontece que a criança precisa deitar e rolar, literalmente, no chão para desenvolver suas habilidades cognitivas e motoras. A partir do momento em que aprende a engatinhar, por volta dos 7 meses, ela quer conquistar o mundo. Isso significa explorar cada centímetro quadrado da casa, tocando - e levando à boca - todos os objetos possíveis e imagináveis que estiverem ao alcance. Com algumas medidas de segurança, como o uso de travas de porta e gaveta, grades, cantoneiras e protetores de tomada, a criança está livre para explorar o ambiente sem riscos. Além disso, mamãe, talvez a "vitamina S" (de sujeira) não seja tão importante para a saúde, mas dá um toque especial às brincadeiras.
 
9. Contenha-se nas compras
 
Atenção para não levar para casa um acessório que a vendedora jurou ser "indispensável" para o seu filho, como aquele termômetro para medir a temperatura da água do banho. Outros, apesar de extremamente necessários, podem ser encontrados em modelos mais simples e baratos. Um bom exemplo é o carrinho do bebê, que, no geral, quanto menos "equipado", mais prático - e leve - para carregar. Para abater o orçamento, você também pode pedir emprestados alguns itens que a criança usará por poucos meses: moisés, bebê-conforto e roupas, entre outros. E não precisa sentir vergonha, o hábito é praxe entre as mães.
 
10. Pais heróis não existem na vida real
 
Mães infalíveis são um mito. "Os pais têm de aceitar as próprias limitações. Errar faz parte", explica a psicóloga Anna Mehoudar Correia, do Grupo de Apoio à Maternidade e Paternidade (Gamp). O segredo, além de manter a calma, é observar a criança com atenção. "Toda vez que algo der errado, os pais devem mudar de estratégia até descobrir a que melhor funciona com o filho", afirma a psicóloga. Se o bebê reclamar de uma determinada posição enquanto estiver no colo, por exemplo, tente outra. Simples assim.
 
O que acontece se você não tiver um plano B? Não precisa ter medo de chorar. É muito comum se sentir incapaz e abrir o berreiro por coisas banais, como uma fralda que vazou, nos primeiros dias. "O choro, que é praticamente inevitável, é um direito da mãe. Ajuda a aliviar o estresse", diz Anna. E não se preocupe: as crianças costumam resistir à falta de experiência dos pais de primeira viagem sem grandes traumas, acredite.
 
 
Fonte: Revista Crescer

 

Publicação 08/05/2018, Por Bispa Fê
Família

CASAL +QV: UNIDOS OU GRUDADOS?

 
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Serem dois em uma só carne, para algumas pessoas, é um grande desafio.
 
Para dar certo, o casamento precisa de companheirismo, cumplicidade e muito diálogo! É um relacionamento que envolve convivência e intimidade!
 
Mas será que, para dar certo, os dois precisam fazer tudo juntos? Será que os dois precisam ter os mesmos horários e realizarem as mesmas atividades?
 
Essas e outras questões eu esclareço no vídeo abaixo:
 
Publicação 03/05/2018, Por Bispa Fê