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SEU FILHO PERDE TUDO? VEJA 8 DICAS PARA AJUDÁ-LO A MUDAR

 
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Um dia some o agasalho do uniforme, no outro um brinquedo, na semana seguinte um caderno... Ninguém sabe, ninguém viu. Onde será que perdeu? Se isso acontece muito na sua família, essa matéria é para você. Quem tem um filho esquecido, que sempre deixa algo para trás por onde passa, deve tomar alguns cuidados extras na criação, para que a criança aprenda a cuidar melhor daquilo que pertence a ela.
 
Antes de tudo, saiba que esquecer itens por aí costuma ser algo comum entre as mais novas. Que criança nunca caiu no choro por que perdeu uma chupeta, um paninho ou o bicho de pelúcia favorito, por exemplo? Isso é normal. Porém, a partir dos 3 ou 4 anos, quando ela domina a linguagem e consegue se comunicar, você já pode – e deve – começar a incentivar a responsabilidade.
 
“Muitas vezes, a criança se esquece de algo simplesmente porque não prestou atenção ou porque os pais sempre fazem tudo por ela. Esquecer as coisas só se torna um problema quando começa a trazer prejuízos, ou seja, quando atrapalha outras áreas, como ir mal na escola”, explica Deborah Moss, neuropsicóloga e mestre em psicologia do desenvolvimento infantil.
 
Embora esses pequenos esquecimentos sejam parte do desenvolvimento, aquela desatenção que é muito frequente pode indicar a necessidade de buscar orientação de um profissional. As crianças com Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH), por exemplo, costumam apresentar essa característica bem marcada. “Mas mesmo nesses casos dá para ajudar a criança”, ensina Deborah.
 
A seguir, confira dicas práticas da especialista para ajudar seu filho no dia a dia:
 
1- Não rotule a criança. Por mais que você note uma característica muito forte nela, não fique repetindo o quanto é esquecida, avoada, desatenta ou coisas do tipo.
 
2- Dê o exemplo. O filho aprende com as ações dos pais e com aquilo que vê diariamente no ambiente doméstico. Portanto, se a casa é desorganizada e as coisas somem sempre, a criança irá entender que esse comportamento é aceitável.
 
3- Faça alertas. Se vocês estão indo passear em um lugar muito cheio ou distante, onde há a chance de que ela esqueça ou perca o brinquedo favorito, por exemplo, converse e explique que talvez seja melhor não levar. Se ela insistir, reforce o alerta e peça para ela cuidar bem do objeto.
 
4- Dê autonomia. Alguns pais fazem tudo pelos filho, a todo instante. Com isso, a criança demora a entender sobre responsabilidade.
 
5- Nomeie os materiais escolares. Seja com etiquetas, bordados ou caneta permanente, essa medida ajudará a criança a identificar o que pertence a ela em meio a tantos uniformes, materiais, livros e objetos iguais aos dela.
 
6- Responsabilize a criança pelas perdas. Se a cada vez que algo é perdido ela ganha outro objeto novo no lugar, não aprenderá sobre consequências de seus atos e não dará valor ao que já tem.
 
7- Quando algo for esquecido ou perdido, converse com a criança sobre o que poderia ter sido feito para evitar. Deixe que ela sugira ideias e cobre essas atitudes na próxima vez.
 
8- Ensine o valor das coisas. Explique que tudo o que a criança tem custou dinheiro e que alguém – o pai, a mãe, a avó, etc... – precisou trabalhar bastante para poder comprar aquilo. Ela deve entender que mesmo os itens mais simples, sem valor financeiro, podem ter um valor sentimental.
 
 
Fonte: Revista Crescer
Publicação 01/11/2017, Por Bispa Fê
Família

UNIDOS OU GRUDADOS?

 
A imagem pode conter: uma ou mais pessoas
 
Serem dois em uma só carne, para algumas pessoas, é um grande desafio.
 
Para dar certo, o casamento precisa de companheirismo, cumplicidade e muito diálogo! É um relacionamento que envolve convivência e intimidade!
 
Mas será que, para dar certo, os dois precisam fazer tudo juntos? Será que os dois precisam ter os mesmos horários e realizarem as mesmas atividades?
 
Essas e outras questões eu esclareço no vídeo abaixo:
 
Publicação 19/09/2017, Por Bispa Fê
Família

A DIVISÃO DE TAREFAS DOMÉSTICAS NO CASAMENTO

 
As mulheres continuam se considerando as principais responsáveis pelas tarefas domésticas e criação dos filhos, apontam os dados de uma pesquisa divulgada pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL).
 
Segundo o levantamento, 57,7% das mulheres casadas afirmam que são as principais responsáveis pelos cuidados com a casa e com os filhos, contra 36,4% que dizem que as responsabilidades são distribuídas igualmente. Outros 1,4% afirmam que o cônjuge é o principal responsável, enquanto outros 4,5% afirmaram não saber.
 
Marido e mulher dividem o mesmo teto, os mesmos sonhos, os mesmos objetos, muitas vezes, os gatos, mas será que precisam dividir as tarefas domésticas também?  
 
Como convencer o meu marido a me ajudar nos afazeres domésticos? Essas questões são muito frequentes. Por isso, eu separei um tempinho para esclarecê-las.
 
Acompanhe, a seguir, algumas dicas para que esta situação não desgaste o seu relacionamento:
 
Publicação 14/09/2017, Por Bispa Fê
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APRENDA A LIDAR COM 7 MEDOS QUE AFLIGEM AS CRIANÇAS

 
 
Quem nunca teve medo do escuro, que atire a primeira pedra! O problema é que muitos pais simplesmente esquecem suas fobias passadas, e não sabem muito bem como reagir quando seus filhos apresentam esse tipo de medo, o que acaba influenciando na superação do problema. "A criança é dependente dos adultos que a cercam. Se o responsável começa a dar atenção desnecessária ao problema, isso aumenta o medo e tende a perpetuá-lo", explica Sylvio Renan Monteiro de Barros, pediatra da Sociedade Brasileira de Pediatria e da MBA Pediatria.
 
Porém, muitas vezes, o mau encaminhamento desse medo ocorre até por insegurança dos pais, que temem que a fobia nunca passará completamente. Se por um lado alguns podem encarar o tema com seriedade excessiva, outros podem relaxar demais e até fazer piadas com o terror do filho, o que também não é nada saudável para a criança.
 
Em geral, a fase dos medos é normal e passageira. Do contrário, é importante para os pais observarem as reais causas por trás dos medos dos pequenos e até buscar ajuda profissional se a fobia persistir. "Existem ocasiões em que os temores dos pais, por exemplo, se refletem nas crianças, como inseguranças no trabalho, que os pais acabam transmitindo aos filhos e eles manifestam de outras formas", explica a psicóloga Lizandra Arita, da Arita Treinamentos. Na maior parte das situações, a medida certa para gerenciar a fobia dos pequenos depende do contexto, por isso os especialistas ensinam como lidar com cada tipo de medo.
 
Medo de escuro
 
Uma das fobias mais comuns na infância, principalmente na faixa dos 2 a 3 anos, o medo do escuro pode ser resolvido simplesmente com a colocação de um ponto de luz fraca no quarto, item comum e fácil de ser comprado.
 
Forçar a criança a ficar no quarto sem iluminação nenhuma pode agravar o problema. E não é preciso temer que seu filho será sempre dependente dessa luz. "O momento certo de tirar a luz é individual, mas a convivência social colabora, o jovem larga ao ver que os amigos não precisam desse recurso, às vezes na marra, mas largam", garante o pediatra Sylvio Renan de Barros.
 
Medo de dormir sozinho
 
Nesse caso, não querer ficar só no quarto pode ser um medo ou mesmo um tipo de manha. Mas se por qualquer motivo a criança pede para dormir com os pais, simplesmente permitir não é a solução adequada. O ideal são os pais irem até o quarto com os filhos, e ficarem lá com ele até que ele pegue no sono, saindo depois.
 
Porém, se você prometeu à criança que iria ficar até o fim da noite, nada de voltar atrás. "Se o pai mente, a criança perde a confiança e sente mais insegurança ainda", explica a psicóloga Lizandra Arita, da Arita Treinamentos. Vale também contar uma história, que não seja aterrorizante nem o excite muito. Mas só fique quando o pequeno pedir! Aos poucos, ele vai entendendo que não há problemas em ficar sozinho durante a noite.
 
Medo de monstros
 
Assim como os povos mais antigos criavam mitos para explicar a chuva e as estações do ano, as crianças inventam monstros e outros seres para dar sentido ao que elas não entendem, principalmente por volta dos 6 a 9 anos de idade. Elas podem pegar isso emprestado de desenhos, por exemplo.
 
No lugar de brigar e insistir que tudo isso é parte da imaginação, o pediatra Sylvio Renan de Barros tem outra solução: "Dê conhecimento. Se ela tem medo de algo, mostre a ela o lado não místico do objeto ou situação, expondo como aquilo é e funciona". Muitas vezes também as fantasias podem ser uma forma metafórica de explicar pavores reais, como a apreensão com uma professora que a colocou de castigo, e que pode se tornar uma bruxa na mente dela.
 
Medo de médicos
 
Mesmo alguns adultos têm esse medo, principalmente quando falamos em dentistas, mas no caso das crianças ele é comum dos 7 meses até os 3 anos de idade. Isso ocorre por estar em um lugar estranho e afastada da mãe. Mas com o tempo, ele percebe que o especialista não é seu inimigo, e aos poucos parará de chorar e fazer birra no consultório.
 
A psicóloga Lizandra Arita evidencia também como a insegurança da mãe pode influenciar a criança, pois ela mesma pode estar preocupada que o filho sinta dor. Uma dica é explicar como vai ser o procedimento, contar que pode doer um pouco e aos poucos ir alinhando as expectativas da criança. "Às vezes, o pai não pensa em explicar antes da consulta o que vai acontecer na consulta, ainda mais em casos de vacinas e o clima de suspense pode ser ainda mais prejudicial", acredita a especialista.
 
Medo de perder a atenção dos pais
 
Essa fobia é mais comum em situações específicas: durante um divórcio dos pais ou o nascimento de um irmãozinho. No primeiro caso, é importante que os pais tomem cuidado para não brigar na frente da criança ou falar mal do ex-cônjuge para ela. Depois de estabelecido quem terá a guarda, é importante que o filho tenha seu próprio quarto em ambas as casas e os pais demonstrem que ele é querido por ambos.
 
No caso de um irmãozinho a caminho, é importante explicar tudo para a criança e tirar suas dúvidas. "Contar que o bebê vai nascer pequeno e precisar de uma atenção especial da mãe", esclarece o pediatra Sylvio Renan de Barros. Como a mãe acaba ficando mais focada no novo filho, cabe ao pai estreitar a relação com o mais velho também.
 
Medo de ser abandonado
 
A criança sempre sente medo de ser abandonada, isso começa na infância, quando ela se acostuma com a presença da mãe em tempo integral, e ela precisa se ausentar por alguns instantes, que parecem uma eternidade para o bebê. Isso só piora quando os pais, para não lidarem com o choro dos filhos, mentem.
 
"Dizer que já volto quando sai para trabalhar só atrapalha, a criança perde a confiança e acha que a mãe pode sumir a qualquer momento", ensina Lizandra Arita, psicóloga. O ideal é explicar para a criança que você precisa sair, mas sempre vai voltar para ela, e até mesmo oferecer um horário de retorno, como depois de um determinado desenho animado, caso a criança não saiba ainda ler as horas.
 
Medo da morte
 
A criança começa a ter noção do que é a morte entre os 6 e 7 anos. Quando ela vivencia a perda, pode ser um luto que dê medo, até por remeter a um abandono. É importante que o pai sempre explique a criança que as pessoas vivem um determinado tempo e depois precisam ir embora.
 
Mas, de acordo com o pediatra Sylvio Renan de Barros, é preciso ter cuidado para responder de um jeito que não dê margem a novas perguntas da criança. Se atenha apenas a dúvida da criança, sem acrescentar mais informação, pois ela nem sempre pode estar pronta para recebê-la. Outra boa atitude é levar a criança que está lidando com a morte pela primeira vez para a psicoterapia, para que ela consiga expressar de forma lúdica também o que ela está sentindo e entender o que é essa perda.
 
 
Fonte: MinhaVida

 

Publicação 12/09/2017, Por Bispa Fê