Família

CASAMENTO +QV: UM CASAL, DUAS IGREJAS!

 
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Amós 3.3: “Andarão dois juntos, se não houver entre eles acordo?”
 
Eclesiastes 4.12: “Se alguém quiser prevalecer contra um, os dois lhe resistirão; o cordão de três dobras não se rebenta com facilidade.”
 
Mateus 12.25: “Jesus, porém, conhecendo-lhes os pensamentos, disse-lhes: Todo reino dividido contra si mesmo é devastado; e toda cidade, ou casa, dividida contra si mesma não subsistirá.”
 
A Bíblia, de forma exemplificada, nos mostra que o casamento é formado por três elementos: o marido, a esposa e o Senhor!
 
O que fazer quando cada um gosta de uma igreja diferente? Essa questão é muito comum e traz uma série de conflitos.
 
Eu não acho errado cada um se identificar com uma igreja diferente. O importante é que ambos professem a mesma fé! Mas eu acho importante a esposa acompanhar o marido. Falta de tempo não pode ser uma desculpa! A semana é dividida em sete dias. Dá para conciliar tudo.
 
Se isso ocorresse no meu casamento, eu continuaria frequentando a igreja que gosto, mas separaria um tempo para estar na igreja junto com o meu marido também, até que cheguemos a algum acordo! O que não pode é fazer esta situação criar uma ruptura no relacionamento, e isso ser algo definitivo.  
 
Ainda que você não concorde com algumas práticas, o importante é ter uma vida espiritual ativa e o coração sincero diante de Deus.
 
A vida é feita de ciclos, ou seja, naturalmente, tudo pode mudar, e os dois acabem frequentando a mesma igreja. Conheço muitos casos assim!
 
Tudo deve ser feito em concordância e sempre buscando a direção do Senhor. Afinal, nossa vida não pode ser guiada por homens.
 
Se houver Deus, haverá comunhão, haverá lealdade, haverá fidelidade e haverá paz!
 
 
Publicação 19/04/2018, Por Bispa Fê
Família

SÉRIE "CASAMENTO +QV": É POSSÍVEL SUPERAR UMA TRAIÇÃO?

 
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Depois de muitos pedidos, eu decidi iniciar uma série especial sobre casamento! Todas as quartas-feiras, eu vou abordar um assunto diferente!
 
Hoje, eu quero falar sobre um tema muito doloroso e, infelizmente, cada dia mais comum: a traição!
 
Uma pesquisa divulgada recentemente revelou que, no Brasil, os homens traem mais do que as mulheres. Entre eles, 50,5% admitem já terem sido infiéis em seus relacionamentos. Entre as mulheres, a traição foi admitida por 30,2%.
 
Será que um relacionamento pode sobreviver à traição? Será que é possível superar este terrível trauma e retomar a relação? Será que é possível confiar novamente?
 
Malaquias 2.15: “Não fez o SENHOR um, mesmo que havendo nele um pouco de espírito? E por que somente um? Ele buscava a descendência que prometera. Portanto, cuidai de vós mesmos, e ninguém seja infiel para com a mulher da sua mocidade.”
 
1 Pedro 4.8: “Acima de tudo, porém, tende amor intenso uns para com os outros, porque o amor cobre multidão de pecados.”
 
Lucas 1.37: “Porque para Deus não haverá impossíveis em todas as suas promessas.”
 
Se eu disser que perdoar uma traição é fácil, eu estarei mentindo! Até mesmo Jesus, quando foi traído por Judas, sofreu!
 
Ser traído é uma das piores dores que alguém pode sentir. É tão intensa quanto a dor da perda, ou de uma grande decepção. É um ato cruel!
 
Infelizmente, ninguém está livre de passar por isso. Apresente-me uma pessoa que não tenha sido traída!
 
Passar por ela pode ser inevitável, mas a intensidade dos seus desdobramentos nós podemos controlar. Como? Nos blindando de todo o sentimento de culpa, de baixa autoestima, de mágoa, de ódio...
 
Eu sempre falo que pior do que ser traído é ser o traidor! A traição é sinal de uma fraqueza da carne, é sinal de falta de domínio próprio, é fruto de uma escravidão, mas também de uma escolha...  Em algum momento, uma brecha foi aberta!
 
É possível perdoar? É, sim! Eu sei que, em Deus, não existem situações irreversíveis. Mas, para isso, é necessário:
 
1- Haver uma autoavaliação;
 
2- Fechar as brechas;
 
3- Haver um arrependimento verdadeiro;
 
4- Haver mudança de atitudes;
 
5- Ter paciência, porque ninguém é liberto de uma situação como essa do dia para a noite; 
 
6- Depois que a libertação for completa, não tocar mais no assunto (quebras os vínculos com o passado);
 
7- Renovar a aliança.
 
Eu conheço muitos casais que superaram a tração e, hoje, vivem a glória da segunda casa. Como eu me alegro em ver isso, principalmente quando há filhos envolvidos.
 
Como eu me alegro em ver que os planos do inimigo para essas famílias foram frustrados!
 
Eu sempre serei a favor da família. Mas, infelizmente, existem casos em que não há arrependimento e mudança de hábitos. Existem casos também em que a pessoa não consegue mais confiar e retomar a relação, ainda que o outro se arrependa. Qual é alternativa quando não há disposição de uma das partes para uma restauração? O divórcio. Neste caso, a Bíblia não condena!
 
Não existe uma resposta só para todos os casos de traição. São questões muito pessoais! O que eu posso garantir é que Deus tem, sim, um recomeço de paz!
 
Se você está enfrentando uma crise no seu casamento, o meu conselho é: não lute sozinho! Procure um pastor e se fortaleça no amor daquele que não falha – Deus!
 
Publicação 11/04/2018, Por Bispa Fê
Família

COMO DEIXAR OS FILHOS MAIS INDEPENDENTES?

 
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É na fase da adolescência que a maioria dos jovens desperta uma vontade maior de ser independente: viajar sozinho nas férias, ter a liberdade de fazer mais coisas sem um adulto por perto... No entanto, incentivar essa independência nem sempre é algo tão fácil para os pais. A linha entre ser um pai participativo ou um pai que sufoca é muito tênue. Por isso, saber quando ajudar ou quando deixar o filho se virar é uma das principais questões para quem tem filhos nessa fase.
 
"Na verdade, nunca nos tornamos independentes. Na família, e até mesmo na sociedade, buscamos com freqüência a opinião de pessoas mais experientes, como os pais. O que podemos desejar para os nossos filhos é que eles consigam ter autonomia, ou seja, tenham liberdade e capacidade para decidir como pensar, ser e agir", diz Teresa Helena Schoen-Ferreira, psicóloga da Universidade Federal de São Paulo.
 
Tentar forçar o filho a uma mudança abrupta de comportamento e de rotina não é um bom caminho. Os pais que querem ver os seus filhos como jovens autônomos quando adolescentes - que saibam se virar sozinhos em viagens, por exemplo - precisam pensar nisso logo nos primeiros anos de vida da criança.
 
"Os pais devem entender que conseguir deixar o filho independente é um processo longo, que começa nas primeiras semanas de vida, e exige muito tempo e atenção, tanto do pai quanto da mãe", diz Teresa. Veja os conselhos dados pela psicóloga:
 
Primeiros anos
 
Segundo Teresa, pequenos hábitos incentivam a criança a ser independente - tanto fisicamente como psicologicamente - desde os primeiros meses de vida. "Deixar o filho brincar sozinho durante um tempo é muito importante, assim como sempre deixar os brinquedos onde ele possa pegá-los sozinho. Fazendo isso, ele se acostuma a passar tempo consigo mesmo e a fazer coisas sem depender de outra pessoa. É claro que o pai sempre tem de estar de olho, para a segurança da criança, mas não interagir com o seu filho durante um determinado período do dia, quando ele é criança, influenciará em sua personalidade quando for adolescente", diz Teresa.
 
Além disso, os pais têm que perceber que a criança precisa ter estímulos que desenvolvam a capacidade física, psicológica e motora, mesmo que os filhos não acertem de primeira. "Os pais normalmente protegem demais os filhos, não percebendo que alguns erros são necessários para o desenvolvimento da criança", explica a especialista.
 
Não existe uma idade certa, pois cada criança tem um desenvolvimento diferente, mas quando os pais perceberem que os filhos são capazes de fazer tarefas simples, como amarrar o sapato, colocar a roupa ou comer sozinho, devem incentivar os filhos a fazê-las.
 
Na adolescência
 
Na adolescência, o papel dos pais continua importante. Os pais não devem pensar que a idade traz consigo uma capacidade de ser independente. Também não podem simplesmente largar os filhos e esperar que eles sejam autônomos. A transição da infância para a adolescência precisa ser feita com calma e com o apoio dos pais, que devem deixar de controlar e passar a monitorar as ações dos filhos. "Nessa fase, os pais precisam conversar com o adolescente para conhecer as suas atividades, já que, em boa parte do dia, o jovem não estará na sua presença", diz Teresa.
 
Outro ponto importante apontado pela especialista é estabelecer uma mesada fixa. Aconselhar o filho a como usar o dinheiro e como anotar todos os gastos ajuda o adolescente a ter uma noção de responsabilidade e autocontrole, características essenciais de uma pessoa autônoma.
 
Amigos e família
 
A maioria dos pais não sente segurança na hora de começar a deixar o filho sair sozinho e acaba proibindo e adiando esse processo natural. Mas não sair com os amigos pode ser muito prejudicial ao adolescente. "Fazer parte de um grupo é muito importante em todas as fases da vida, mas é essencial na adolescência. Ter amigos traz segurança sem tirar a liberdade dos jovens", complementa Teresa.
 
É nas atividades em grupo que o adolescente aprende a como lidar com diferentes personalidades e traz um intercâmbio de informações muito maior do que a vivência exclusiva com os pais.
 
Uma boa saída para os pais mais preocupados é apelar para toda a família. A presença de parentes normalmente deixa os pais mais tranquilos, sem trazer desconforto ao adolescente. "Ir ao shopping com os pais pode ser o pior dos 'micos' para o adolescente, mas sair com o primo mais velho ou com um tio jovem é um evento diferente e interessante", diz Teresa.
 
Tanto amigos como família também podem ajudar em uma das principais oportunidades de incentivar o seu filho a ser autônomo: fazer viagens sem os pais. "Um jovem que passa as férias longe dos pais, como na casa dos avós, em algum acampamento ou na casa de algum amigo, é obrigado a conviver com a ausência dos pais por um longo período de tempo, e acaba desenvolvendo certo grau de autonomia", explica a especialista.
 
 
Informações: Minha Vida
Publicação 05/04/2018, Por Bispa Fê
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EXISTE CASAMENTO À PROVA DE CRISES?

 
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Dizem que a mais convincente pregação é a silenciosa, porque o nosso comportamento revela nossas verdadeiras convicções. A nossa postura tem uma capacidade maior de inspirar as pessoas.
 
Eu sou privilegiada por ser filha de dois grandes servos de Deus – Apóstolo Estevam e Bispa Sonia Hernandes. Digo isso porque eu tive a oportunidade de caminhar com eles além das quatro paredes da igreja.
 
Posso dizer, com todas as letras, que eles vivem o que pregam, e pregam o que vivem! Eles são meus referenciais e, com o seu exemplo, aprendi a ser uma mãe melhor, uma esposa melhor, uma filha maior, uma profissional melhor e uma bispa melhor!
 
Por isso, eu separei um tempinho para compartilhar com vocês – no vídeo abaixo – alguns ensinamentos que eu recebi deles no nosso ambiente familiar que foram essenciais para o meu casamento. Afinal, nenhum relacionamento está livre de crises! 
 
Publicação 22/03/2018, Por Bispa Fê