Família

OS SETE MAIORES ERROS DOS PAIS NA HORA DE EDUCAR OS FILHOS

 
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É dentro de casa que as crianças aprendem como lidar de forma positiva com a vida, sabendo lidar com as frustrações! Nesse sentido, educar é ensinar aos filhos o que é certo, o que é errado e também como se comportar de forma civilizada com as pessoas ao seu redor. Afinal, vivemos em sociedade e temos que seguir regras para um bom convívio social. E é fundamental aprender a lidar com as frustrações que a vida trará: nada melhor do que aprender tudo isso dentro de casa para não sofrer depois!
 
E, se a criança é egoísta, é necessário que os pais busquem entender o comportamento inadequado dos filhos, perguntando-se o que os leva a agirem dessa forma e refletirem de que forma atuarão para que os filhos modifiquem seus comportamentos egoístas. Vale lembrar também que as crianças necessitam de atenção e carinho, não só de cuidados. Por isso, é importante que os pais dediquem parte do seu tempo para conviverem com seus filhos!
 
Aqui, vão alguns erros que os pais deveriam evitar de forma que possam dar uma educação adequada para seus filhos, preparando-os adequadamente para a vida:
 
Falar uma coisa e fazer outra bem diferente (quebrar regras)
 
 
As crianças nascem sem saber absolutamente nada acerca do mundo: são os pais que vão apresentar o mundo a elas e, por isso, eles se tornam referência para os filhos. As crianças aprendem imitando os pais e, como elas ainda não têm uma linguagem bem desenvolvida, o comportamento e exemplo dos pais é muito mais importante do que as palavras ditas por eles. Portanto, os pais devem se policiar no sentido de se comportarem de acordo com o que pregam: não adianta nada falar uma coisa e fazer outra bem diferente. Certamente as crianças vão questionar essa diferença para entender porque elas não podem se comportar exatamente como eles. Um bom exemplo: como os pais podem querer que os filhos comam verduras se eles mesmos não comem e fazem cara feia diante dos legumes e verduras? Outro exemplo: proibir os filhos de comer vendo televisão e um dia o pai ou a mãe sentar-se à frente da TV e comer. Óbvio que os filhos vão questionar e chamar a atenção deles para a quebra da regra imposta por eles mesmos.
 
Desautorizar o pai ou a mãe na frente da criança!
 
 
Os pais sempre devem concordar entre si nas suas atitudes com os filhos, pelo menos na frente deles! Se o pai estipulou um castigo, mesmo que a mãe seja contrária a ele, ela jamais deverá desautorizá-lo ou questionar a atitude dele diante dos filhos: ela deve discutir com o marido bem longe dos filhos depois e, diante deles, ela deve acatar e apoiar a decisão do pai. E, se a mãe disser não para o filho, o pai também deve dizer não. Agindo dessa forma, ambos mantêm a autoridade diante dos filhos e ensinam aos filhos que, quando ambos dizem não é não e não se fala mais nisso. Quando os pais agem dessa forma, eles ensinam aos filhos que não existe “jeitinho” para eles conseguirem o que desejam e evitam que seus filhos se tornem manipuladores no futuro.
 
Falar mal do cônjuge para os filhos
 
 
Problemas do casal jamais devem ser discutidos na frente dos filhos e os pais nunca devem exigir ou chantagear seus filhos para que tomem partido de um deles em detrimento do outro. Agir dessa forma gera insegurança nos filhos, faz com que eles tenham um péssimo exemplo de afetividade e sofram porque amam os dois da mesma forma. Uma coisa é ser um casal e outra bem diferente é ser pai e mãe.
 
Ceder à birra dos filhos
 
 
Se a criança nasce egoísta, é óbvio que ela vai agir para que seus desejos sejam satisfeitos sempre. Nesse sentido, quando ela é contrariada, vale fazer tudo para conseguir o que deseja: chorar, espernear, gritar, morder, bater, etc. Agindo assim, ela desafia e testa os limites dos pais o tempo todo. Cabe aos pais jamais cederem à birra, sendo pacientes e explicando com calma que nada do que ela fizer vai adiantar porque eles não voltarão atrás na decisão deles.
 
Não dar explicações!
 
 
Não é fácil ditar regras e as crianças seguirem. Por isso, é importante explicar para elas o porquê de elas não poderem fazer determinada coisa. Vale dizer que regras bem compreendidas são mais facilmente seguidas. Mas não adianta explicar demais: é fundamental que os pais saibam explicar de forma que as crianças possam entender porque não podem fazer aquilo: ser direto e objetivo na explicação. Se a criança não entender, ela vai perguntar e é hora de rever a forma como a explicação foi realizada.
 
Mentir
 
 
Pais que mentem para seus filhos ou que fazem uso de chantagens para convencê-los a fazerem o que deve ser feito, correm um risco enorme de terem filhos mentirosos! Além disso, quando as crianças descobrem a mentira, elas podem perder a confiança em seus pais.
 
Fazer chantagens ou ameaças
 
 
Ameaçar os filhos com punição quando eles são desobedientes, e não cumprir com o prometido, enfraquece a autoridade dos pais e faz os filhos não temerem mais essas ameaças ou chantagens, até porque sabem que seus pais não as cumprem. Por isso é importante que os pais cumpram sempre o que prometem, seja uma punição ou um presente pelo bom comportamento. O melhor a fazer é não ameaçar, mas avisar o filho, de forma firme, o que vai acontecer se ele não fizer o que deve ser feito. Um exemplo: “se você não parar de brigar com sua irmã, hoje você não vai jogar videogame”. Avisou, tem que cumprir! E, na próxima vez que isso acontecer (o filho brigar com a irmã), simplesmente dizer: “lembra do que aconteceu da última vez que você brigou com sua irmã? Você ficou sem jogar! Quer repetir isso de novo hoje? Acho que não, né?”.
 
 
Redação iGospel
Fonte: Dra. Olga Tessari (psicóloga, psicoterapeuta, consultora comportamental, pesquisadora e escritora)
 
Publicação 08/08/2017, Por Bispa Fê
Família

11 DICAS PARA ESTIMULAR SEU FILHO A GOSTAR DE LER

 
Mãe e filha lendo livro na cama (Foto: Shutterstock)
 
1. Quarto, sala, cozinha, banheiro... não importa onde os livros estejam guardados em casa devem estar acessíveis em armários, estantes ou prateleiras baixas, para as crianças pegarem com facilidade.
 
2. O ideal é que sejam mantidos limpos e organizados de forma mais simples para você e seu filho (por gosto, temas, ordem alfabética...).
 
3. Livro impecável é livro não lido. Ensine seu filho a cuidar e preservar o livro mas não exagere: tem que ter cara de usado mesmo, de mexido e remexido.
 
4. A hora da leitura é troca de afeto. Você para tudo e lê para a criança e ela entende o recado: ao pegar e escolher um livro você está mostrando o carinho que sente por aquele objeto e seu filho vai aprender a amá-lo também.
 
Hora e lugar certos?
 
5. Ler antes de dormir é uma delícia e muito útil, mas boas leituras podem acontecer de manhã cedo, depois do café da manhã, na volta da escola, após o almoço de domingo... Toda hora é hora.
 
6. Em uma sala de espera de consultório, em uma viagem de carro, no quarto, na sala, no jardim, no banheiro... O importante é a leitura acontecer quando houver disposição por parte da criança e de quem lê para ela.
 
7. Ver os pais lendo é um dos melhores incentivos. Aproveite a hora em que você está com o livro em mãos para estimular também na criança a leitura individual: enquanto você está com o seu, ela escolhe e folheia um da maneira que quiser. Ótimo treino para quando ela começar a ler sozinha.
 
Um jeito especial de ler
 
8. Leia com calma, degustem o livro em parceria. Se a criança tiver vontade de ficar mais tempo numa ilustração ou se quiser fazer perguntas, deixe a conversa rolar. Se for o caso, use um marcador e continue a leitura no dia seguinte. Não se prenda ao tamanho do livro nem à obrigação de concluí-lo em um só fôlego.
 
9. Evite fazer a leitura em um único tom de voz. Vá mudando a entonação de acordo com os momentos da trama, troque olhares com a criança, faça comentários, perguntas, dê risada, chore, expresse suas emoções!
 
10. Interrompa a leitura em alguns momentos se estiver lendo um livro mais complexo, e converse com seu filho sobre a história. Assim você cria oportunidade de ele questionar.
 
11. Se a criança for quem estiver lendo em voz alta, evite corrigi-la em eventuais erros e tropeços, faça poucas interferências e com suavidade. Para crianças que ainda não têm fluência, leituras intercaladas do tipo jogral, podem ser interessantes.
 
 
Fonte: Revista Crescer
Publicação 30/07/2017, Por Bispa Fê
Família

CRIANCAS APRENDEM A USAR SMARTPHONES ANTES DE SABER AMARRAR OS SAPATOS

 
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O que você acha mais fácil: amarrar um tênis ou interagir com os aplicativos de um smartphone? A maioria dos adultos, provavelmente, ficaria com a primeira opção. Porém, as crianças entre 2 e 5 anos tem mais facilidade com a segunda tarefa, de acordo com uma pesquisa da empresa de tecnologia AVG.
 
Os pesquisadores coletaram dados de questionários respondidos por 2.200 mães de crianças entre 2 e 5 anos da Europa, América do Norte e Oceania. Os resultados mostraram que 19% dos pequenos já conseguem brincar com uma aplicação de smartphone, mas apenas 9% são capazes de amarrar os sapatos sozinhas.
 
O estudo conclui também que não existem diferenças de gênero quando se trata de tecnologia. O mesmo número de meninos (58%) e meninas (59%) demonstrou a habilidade de brincar com um jogo de computador e de fazer ligações no celular (28% dos garotos e 29% das garotas).
 
Opinião dos especialistas
 
A Academia Americana de Pediatria libera o uso de telas para crianças maiores de 1 ano e meio e defende que, se forem usadas para fins educativos, elas podem trazer benefícios para o desenvolvimento infantil. O tempo de exposição, porém, não deve ser maior do que duas horas por dia para crianças de até 5 anos e o ideal é que ele não seja ininterrupto, mas intercalado com outras atividades como leitura, brincadeiras e atividades ao ar livre.
 
De acordo com Christian Müller, do Departamento de Comportamento e Desenvolvimento da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), os problemas relacionados ao uso excessivo de gadgets podem envolver tanto questões físicas quanto comportamentais. “As crianças podem apresentar dores musculares, articulares, má postura, dores de cabeça, alteração visual e de sono” afirma. “Podem ainda ter sintomas de ansiedade, irritabilidade, agressividade, queda do desempenho escolar e isolamento”, completa.
 
Fonte: Revista Crescer 
Publicação 24/07/2017, Por Bispa Fê
Família

6 DICAS PARA A HORA DE BRINCAR COM SEU FILHO

 
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Os telefones tocam sem parar, as buzinas não dão descanso e a sensação de que sempre há algo para ser feito mantém as pessoas em constante alerta. Dois em cada dez pais não consideram as brincadeiras importantes para o desenvolvimento dos filhos na primeiríssima infância, como constatou uma pesquisa do Ibope em parceria coma Fundação Maria Cecília Souto Vidigal e o Instituto Paulo Montenegro, em 2013.
 
“Muitas questões podem ser trabalhadas em momentos de divertimento. Se você não está presente, deixa de passar seus valores para seus filhos”, afirma Patrícia Marinho, fundadora do site Tempojunto, que traz dicas de atividades para a família fazer unida. Ela também ressalta que, nessa hora, é possível conhecer melhor as crianças, pois, dependendo da idade, elas ainda não se expressam com palavras, mas são capazes de se comunicar ao brincar. A seguir, sugestões que podem ajudar a aproveitar ao máximo esse tempo com seu filho.
 
Importe-se com a qualidade e não com a quantidade
 
O ideal é brincar com a criança ao menos um pouquinho todos os dias. Como o tempo é sempre escasso, preocupe-se mais em como aproveitá-lo do que com a quantidade. Às vezes, basta apenas meia hora, como em uma encenação de história.
 
Desconecte-se
 
Desligue o celular e se entregue à brincadeira. Se possível, fique no mesmo nível de altura do seu filho e brinque olhando em seus olhos.
 
Transforme a rotina em diversão
 
Não é necessário ter horário definido. Qualquer atividade do dia a dia pode ser divertida. É possível fazer uma trave com os dedos e amassar o guardanapo em formato de bola enquanto a comida no restaurante não chega. Engarrafamentos também são boas pedidas para jogos que citam animais ou objetos conforme as letras do alfabeto.
 
Respeite o tempo do seu filho
 
Muitas vezes, os pais ficam ansiosos para ver logo prontas as produções das crianças, como um desenho. Mas é importante lembrar que, mesmo que elas percam o interesse e a tarefa seja interrompida, já foi suficiente para desenvolverem habilidades enquanto estavam concentradas naquilo. O percurso, às vezes, é mais importante do que o resultado.
 
Se lembrar, resgate brincadeiras antigas...
 
...Senão, utilize o conteúdo que já foi amplamente publicado em sites, revistas, aplicativos e livros especializados em brincadeiras a seu favor e procure atividades divertidas para fazer com seu filho. Muitas vezes, os pais não brincam porque não têm memória do que faziam na idade das crianças, mas, hoje, isso não é mais um problema. Esteja aberto também às sugestões que seu filho der na hora da escolha. Mas, se o problema é vergonha de parecer infantil, saiba que nenhum outro pai ou mãe vai julgá-lo por isso.
 
Aproveite espaços da sua casa
 
Nem sempre é possível levar os filhos a espaços abertos. Nesse caso, faça as brincadeiras em casa mesmo. Para desenvolver a coordenação da criançada, por exemplo, a ideia é tênis em ambientes internos. Bastam algumas adaptações: um palito grudado a um pratinho de plástico (desses de festa de aniversário) se transforma rapidamente em uma raquete. A bolinha, que provavelmente provocaria estragos na mobília, pode ser substituída por balões de ar.
 
 
Fonte: Revista Crescer
Publicação 13/07/2017, Por Bispa Fê