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10 dicas para colocar suas finanças em dia!

1 Timóteo 6.10: “Porque o amor do dinheiro é raiz de todos os males; e alguns, nessa cobiça, se desviaram da fé e a si mesmos se atormentaram com muitas dores.”

Eclesiastes 10.19: “O festim faz-se para rir, o vinho alegra a vida, e o dinheiro atende a tudo.”

Lucas 14.28 a 30: “Qual de vocês, se quiser construir uma torre, primeiro não se assenta e calcula o preço, para ver se tem dinheiro suficiente para completá-la? Pois, se lançar o alicerce e não for capaz de terminá-la, todos os que a virem rirão dele, dizendo: ‘Este homem começou a construir e não foi capaz de terminar’.”

Precisamos aprender a nos relacionar com o dinheiro da forma correta… O dinheiro não é um fim, é um meio… É um instrumento… Um recurso que utilizamos para suprir necessidades… Serve para nos ajudar a viabilizar propósitos… É o fruto do nosso trabalho…

Precisamos, assim como Timóteo nos ensina, tomar cuidado para ele não se tornar o nosso senhor e a nossa razão de viver…

Não existe uma fórmula para sair do atoleiro de dívidas do dia para a noite ou para enriquecer da noite para o dia… É um processo, que demanda tempo, foco, disciplina e algumas medidas essenciais, que eu quero destacar hoje aqui:

1º Tenha consciência de que o que é do Senhor é o do Senhor…

As primícias, os nossos dízimos e ofertas!

Provérbios 3.9 e 10: “Honra ao Senhor com a tua fazenda e com as primícias de toda a sua renda; e se encherão os teus celeiros abundantemente, e transbordarão de mosto os teus lagares.”

Malaquias 3.10 e 11: “Trazei todos os dízimos à casa do Tesouro, para que haja mantimento na minha casa; e provai-me nisto, diz o Senhor dos Exércitos, se eu não vos abrir as janelas do céu e não derramar sobre vós bênção sem medida. Por vossa causa, repreenderei o devorador, para que não vos consuma o fruto da terra; a vossa vide no campo não será estéril, diz o Senhor dos Exércitos.”

Romanos 11.16: “E, se forem santas as primícias da massa, igualmente o será a sua totalidade; se for santa a raiz, também os ramos o serão.”

2º Calcule a renda mensal da família

Se você não sabe quanto entra, como saberá o quanto poderá sair?

3º Calcule despesas fixas: contas de gás, luz, água, internet… aluguel, parcela de automóvel, mensalidade escolar…

4º Calcule despesas variáveis: mercado, gasolina, cinema, jantares, almoços, roupas, medicações, transporte por aplicativo…

5º Calculando os pontos de 1 um a 4, é possível identificar qual a porcentagem da minha renda que eu posso destinar à quitação de dívidas…

6º Se as dívidas não couberem no seu orçamento, reduza principalmente os gastos variáveis e, quando possível, as despesas fixas.

Como? Identificando e eliminando os pequenos ladrões. Adote o “consumo consciente” como estilo de vida. Menos é mais!!!

Existem algumas dicas que podem te ajudar:

-Identifique os focos de desperdício de água, luz e gás na sua casa;

-Reduza as idas ao cinema, assista filmes em casa;

-Leve marmitas ao trabalho, em vez de comer fora todos os dias. É mais saudável e mais econômico;

– Pesquise antes de gastar! Existe uma série de aplicativos de cupons de desconto;

-Nunca vá ao mercado sem consultar a despensa e fazer uma lista;

-Reduza o pacote de TV a cabo ou o plano do celular;

-Desapegue: Venda as coisas que você não usa mais;

-Nunca compre algo só porque está na promoção!

7º Reduza os juros das dívidas: Lembre-se de que o cheque especial não é seu!

Para quem está no vermelho, migrar os débitos para empréstimos com taxas de juros menores permite economizar e, consequentemente, quitar a dívida com maior rapidez.

A dica vale principalmente para quem costuma entrar no cheque especial e pra quem costuma pagar a taxa mínima do cartão de crédito, ambas as taxas de juros costumam ser as maiores do mercado.

8º Renegocie as dívidas, em vez de deixar acumular

É melhor demonstrar comprometimento, do que descaso! Lembre-se de que a verdade sempre será o melhor argumento!

9º Busque uma renda extra

Como diria o provérbio chinês: “Onde há crise, há oportunidade.”

10º Tenha uma reserva de emergência!

O aconselhável é que a sua reserva de emergência consiga cobrir suas despesas fixas por, no mínimo, seis meses! Se você for um profissional liberal, o ideal é conseguir se garantir por 1 ano!

O ideal é poupar, no mínimo, 10% da renda familiar por mês até atingir o valor dessa reserva e então você pode começar a investir de verdade.

E lembre-se de que de que:

Hebreus 12.11: “Toda disciplina, com efeito, no momento não parece ser motivo de alegria, mas de tristeza; ao depois, entretanto, produz fruto pacífico aos que têm sido por ela exercitados, fruto de justiça.”

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