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Filhos birrentos… Como lidar?
Olá, tudo bem? Hoje, eu abri um espaço para falar sobre um tema que eu amo: maternidade…
Meu primeiro texto é o esclarecimento da dúvida de uma internauta, que pediu para não ser identificada…Espero que as dicas que eu vou deixar também te ajudem… Acompanhe a seguir:
Bispa, estou desesperada… Tenho uma filha de três anos… E quase não saímos de casa por causa dela… Primeiro, porque não temos com quem deixá-la e, segundo, porque sempre passamos vergonha por conta de suas pirraças… Nossos momentos de lazer sempre terminam em brigas por causa disso… Meu marido e eu não temos paciência…  O que podemos fazer?
Lidar com a birra não é fácil, mas é inevitável… Infelizmente, todas as mães vão se deparar, em algum momento, com cenas como essas… Mas, quando se torna uma rotina, realmente é desesperador…
Primeiro, precisamos entender por que essas birras ocorrem… Existem dois motivos… Ou sua filha está testando seus limites… Ou é um pedido de ajuda, inconsciente…
Precisamos ter consciência de que as crianças, principalmente na faixa dos três ainda não têm maturidade para lidar com frustrações e acabam explodindo… Essa explosão vem em forma de choro incontrolável, gritos e aquela movimentação intensa difícil de conter…
A boa notícia é que não é uma missão impossível…
Quando os primeiros sinais surgem, é hora de negociar…
Os psicólogos recomendam que dos 2 aos 4 anos, quando, por exemplo, você estiver no shopping com sua filha e ela cismar com um determinado brinquedo, diga para ela escolher para o aniversário ou para a próxima data festiva.
Você também pode avisar que aquele é muito caro e sugerir um mais barato. Se não puder comprar, é melhor falar a verdade…
Antes de ir para lugares cheios de atrativos como este ou um mercado, mantenha sua filha ocupado… Peça para que ele te ajude… Assim, ele distrairá e se sentirá útil.
E nos momentos de birra?
Primeiro de tudo, pense se vale a pena medir forças com sua filha. Pare e reflita: Ela realmente está exagerando? Está pedindo algo que já tem, ou está irritada, com sono, fome ou com calor? Muitas vezes, eles precisam de um lugar mais tranquilo para dormir ou se alimentar…
Existem algumas dicas que podem te ajudar:
– Mantenha a calma. Não se esqueça deque você serve de modelo para sua filha e, quanto mais calma ficar, mais rápido a situação vai se resolver.
– Nunca, jamais, bata na sua filha.
– Se a criança estiver em um lugar perigoso, retire-a de lá imediatamente, não importe a intensidade do berro dela.
– Desvie o foco. Como ela está nervosa, evite conversar muito na hora. Melhor falar menos e agir mais. Até os 5 anos, a criança não consegue manter a concentração nas palavras por mais de 30 segundos.
– Quando perceber que ela se acalmou, dê um abraço bem gostoso para mostrar a ela que está tudo bem!
Agora, no seu caso eu recomendo, em logo prazo, duas palavras: disciplina e rotina…
Criança precisa de rotina, gosta de saber o que vai acontecer, o que pode e não pode fazer. Dá segurança e é transmissão de afeto. Isso vale para as situações mais cotidianas, como tomar banho, jantar e ir para a escola. Para isso acontecer, a família toda precisa se organizar.
Antes de sair, é importante se certificar que você terá ao seu alcance tudo o que sua filha precisa para ter suas necessidades básicas atendidas. Isso evitará qualquer tipo de desgaste.
Além disso, é importante já prepará-la para o ambiente e deixar claro que, se ela quiser sair e se divertir, precisará se comportar.
E, na sua casa, quando houver estes ataques, tire algum brinquedo que ela gosta… Deixe-a algum tempo sem TV, ou a coloque no cantinho para ela pensar.
A punição deve acontecer no mesmo momento, pois as crianças têm uma visão imediatista!
A criança, desde cedo, precisa entender a relação entre o que fez e a consequência e, principalmente, o significado da palavra “não”. Crianças que não são contrariadas tornam-se adultos frustrados…
Quero finalizar o conselho de hoje com um versículo:
Hebreus 12.11: “Toda disciplina, com efeito, no momento não parece ser motivo de alegria, mas de tristeza; ao depois, entretanto, produz fruto pacífico aos que têm sido por ela exercitados, fruto de justiça.”

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