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À luz da palavra: A importância do jejum para os cristãos

Uma das armas mais eficientes do cristão para vencer suas lutas, quebrar maldições e intentos do inimigo, e adquirir autoridade sobre situações que o oprimem é o jejum.

Jesus exortou os discípulos, que tinham dificuldade em expulsar demônios, em Marcos 9.29: “Respondeu-lhes: Esta casta não pode sair senão por meio de oração [e jejum].”.

Por que é tão eficiente?

O voto de jejum não é um mecanismo de troca, nem uma simples oferta, é muito mais que isso: Quando um cristão abstém-se de um determinado alimento que deseja muito, ou abre mão de uma refeição ciente que lhe custará muito este período sem o prazer de comer (lembrando que deve tomar cuidado com as limitações de sua saúde) ou ainda quando deixa de realizar uma atividade que lhe dê muita satisfação, para se consagrar, orar, meditar na palavra; este cristão está adquirindo autoridade sobre seu próprio corpo (sua carne), tudo isto aliado há palavra liberada pela Igreja, gera habilitações espirituais preciosíssimas para quebrar os domínios de satanás onde há lutas e impossibilidades.

Colossenses 3.1, 2, 5, 9, 10: “Portanto, se fostes ressuscitados juntamente com Cristo, buscai as coisas lá do alto, onde Cristo vive, assentado à direita de Deus. Pensai nas coisas lá do alto, não nas que são aqui da terra; Fazei, pois, morrer a vossa natureza terrena… uma vez que vos despistes do velho homem com os seus feitos e vos revestistes do novo homem que se refaz para o pleno conhecimento, segundo a imagem daquele que o criou.”

Quando tem autoridade sobre o corpo, o homem de Deus esvazia-se da sua natureza carnal e promove a liberdade da ação do Espírito Santo em sua vida.

Efésios 1.21 a 23: “acima de todo principado, e potestade, e poder, e domínio, e de todo nome que se possa referir não só no presente século, mas também no vindouro. E pôs todas as coisas debaixo dos pés e, para ser o cabeça sobre todas as coisas, o deu à igreja, a qual é o seu corpo, a plenitude daquele que a tudo enche em todas as coisas.”

Acompanhe, abaixo, uma lista de sete personagens bíblicos que, em algum momento, jejuaram:

1- Moisés: Êxodo 34.28: “E Moisés esteve ali com o Senhor quarenta dias e quarenta noites; não comeu pão, nem bebeu água, e escreveu nas tábuas as palavras do pacto, os dez mandamentos.”

2-Davi: 2 Samuel 12.16: “ Davi, pois, buscou a Deus pela criança, e observou rigoroso jejum e, recolhendo-se, passava a noite toda prostrado sobre a terra.”

3- Neemias: Neemias 1.4: “Tendo eu ouvido estas palavras, sentei-me e chorei, e lamentei por alguns dias; e continuei a jejuar e orar perante o Deus do céu.”

4- Ester: Ester 15.16: “Vai, ajunta todos os judeus que se acham em Susã, e jejuai por mim, e não comais nem bebais por três dias, nem de noite nem de dia; e eu e as minhas moças também assim jejuaremos. Depois irei ter com o rei, ainda que isso não é segundo a lei; e se eu perecer, pereci.”

5- Daniel: Daniel 9.3: “Eu, pois, dirigi o meu rosto ao Senhor Deus, para o buscar com oração e súplicas, com jejum, e saco e cinza.”

6- Jesus: Mateus 4.1 e 2: “Então foi conduzido Jesus pelo Espírito ao deserto, para ser tentado pelo Diabo. E, tendo jejuado quarenta dias e quarenta noites, depois teve fome.”

7- Paulo: 2 Coríntios 11.27: “em trabalhos e fadiga, em vigílias muitas vezes, em fome e sede, em jejuns muitas vezes, em frio e nudez.”

O jejum que agrada a Deus:

Isaías 58.3 a 14: “Por que jejuamos nós, e tu não atentas para isso? Por que afligimos a nossa alma, e tu não o levas em conta? Eis que, no dia em que jejuais, cuidais dos vossos próprios interesses e exigis que se faça todo o vosso trabalho. Eis que jejuais para contendas e rixas e para ferirdes com punho iníquo; jejuando assim como hoje, não se fará ouvir a vossa voz no alto.

Seria este o jejum que escolhi, que o homem um dia aflija a sua alma, incline a sua cabeça como o junco e estenda debaixo de si pano de saco e cinza? Chamarias tu a isto jejum e dia aceitável ao Senhor? Porventura, não é este o jejum que escolhi: que soltes as ligaduras da impiedade, desfaças as ataduras da servidão, deixes livres os oprimidos e despedaces todo jugo? Porventura, não é também que repartas o teu pão com o faminto, e recolhas em casa os pobres desabrigados, e, se vires o nu, o cubras, e não te escondas do teu semelhante?

Então, romperá a tua luz como a alva, a tua cura brotará sem detença, a tua justiça irá adiante de ti, e a glória do Senhor será a tua retaguarda; então, clamarás, e o Senhor te responderá; gritarás por socorro, e ele dirá: Eis-me aqui. Se tirares do meio de ti o jugo, o dedo que ameaça, o falar injurioso; se abrires a tua alma ao faminto e fartares a alma aflita, então, a tua luz nascerá nas trevas, e a tua escuridão será como o meio-dia.

Senhor te guiará continuamente, fartará a tua alma até em lugares áridos e fortificará os teus ossos; serás como um jardim regado e como um manancial cujas águas jamais faltam. Os teus filhos edificarão as antigas ruínas; levantarás os fundamentos de muitas gerações e serás chamado reparador de brechas e restaurador de veredas para que o país se torne habitável.

Se desviares o pé de profanar o sábado e de cuidar dos teus próprios interesses no meu santo dia; se chamares ao sábado deleitoso e santo dia do Senhor, digno de honra, e o honrares não seguindo os teus caminhos, não pretendendo fazer a tua própria vontade, nem falando palavras vãs, então, te deleitarás no Senhor. Eu te farei cavalgar sobre os altos da terra e te sustentarei com a herança de Jacó, teu pai, porque a boca do Senhor o disse.”